Afasto a janela do meu quarto para o som da cidade entrar. Estou faminto, insaciado e não há alimento que me baste. Mas vou lhe contar o que aconteceria naquela noite, onde tínhamos como amigo 2 garrafas de vinho.

No apartamento, você entra. Tranco a porta e a encaro. Você sabe o que queria. Silêncio. Grave. Empurro-a até o sofá e abro o zíper da sua calça sem cerimônia. Tudo isso para tirar sua calcinha encravada.

E naquele sofá coloco meu pau entre suas coxas quentes, enquanto vejo sua bunda e puxo seu cabelo. Eu diminuo e aumente o ritmo, faço insistir que aumente. Nisso levanto-a e levo para o quarto. Lá continuamos, e enquanto está por cima de mim, coloco meu dedo no ânus enquanto chupo seus peito. Faço você sentir alta. Sem medo. Sem pudores. Até nossos cheiros combinarem.

Nisso continuaríamos no banheiro, onde a apertaria contra a parede. E sairíamos de lá para começar tudo de novo, só que agora mais agressivo. Não deixaria sair de casa enquanto não sentisse mais as pernas.

Você sonharia com isso, pensaria no que poderia ter feito mais, vai dormir desejando mais. E eu negaria. Negaria enquanto pudesse. Até que em um encontro olharíamos como caçadores para sua presa. Atacaríamos. Faríamos de toda maneira, em toda oportunidade e intensidade. Iria aprender sobre meu eu profundo.

Falaria de joelhos: eu sou sua.

Enfiaria meu amor até o fundo dentro de você. Forte, forte, mais forte.

Até um dia parar.

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