Paixão obscena

Eu vislumbrara o paraíso. Estava ela lá, deitada, voluptuosa, com sua maravilhosa bunda para cima, mostrando suas covas. Como adoro aquelas covas em mulheres, aquelas covinhas, me excitam. Tive um êxtase naquele despertar ao olhar para ela assim

Bastou um breve sorriso para voltarmos a nossa atividade. Apertamos nosso lábios, um contra o outro.

Não importava como a conheci e nem seu nome. Sofia, Amanda, Rebeca, Bianca, Cris, o que importava? Para mim ela era todas, pois tinha um frescor, uma combinação sensual e ingênua ao mesmo tempo. Tinha uma inocência que me excitava.

E não poderia deixar de citar sua vulva, aquela vulva que sugava meus dedos. Como era bom excitá-la com minhas carícias para libertar o animal nela. Abandoná-la molhada e brilhante, pedindo por mais, como uma criança num parque aquático.

Beatriz, Camila, Raquel ou Larissa. Continuam a me perguntar o nome dela, mas o que importa? Eu vivi um amor, uma paixão obscena.

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